Internacionais | Morte de turista
Domingo, 10 de Maio de 2026
Autoridades confirmam duas mortes de turistas em vulcão na Indonésia
Equipes de resgate encontraram os corpos ao redor da borda da cratera
Dois cidadãos de Singapura que estavam desaparecidos há dias foram confirmados mortos neste domingo (10) pela erupção do Monte Dukono, na ilha de Halmahera, na Indonésia, informou a agência de resgate local.
Equipes de resgate encontraram os corpos ao redor da borda da cratera e a sua retirada estava em andamento, disse o chefe da agência de resgate, Iwan Ramdani, à Reuters.
"A remoção dos corpos ainda está sendo dificultada pelas erupções que continuam ocorrendo e pelo mau tempo", disse Ramdani, acrescentando que estava chovendo na região.
Cerca de 150 pessoas, com dois drones térmicos, foram mobilizadas desde a manhã de domingo, disse Iwan, com o foco da busca em torno de 100 a 150 metros da borda da cratera.
O Monte Dukono, na província de Maluku do Norte, banhada pelo Oceano Pacífico, entrou em erupção na sexta-feira (8), expelindo cinzas a uma altura de até 10 km. A erupção continuou, embora em menor escala.
A área ao redor da cratera ainda estava coberta por cinzas vulcânicas, disse Iwan, acrescentando que a área de busca fica a cerca de 1,25 km da última localização conhecida das vítimas.
Equipes de resgate encontraram mochilas que se suspeita pertencerem aos dois singapurianos, e as autoridades confirmaram no sábado (9) que um excursionista indonésio, que estava desaparecido, havia falecido.
17 pessoas, incluindo sete singapurianos e dez indonésios, sobreviveram ao incidente.
Os sete singapurianos sobreviventes retornarão para casa no domingo, informou o Ministério das Relações Exteriores de Singapura em um comunicado. Não ficou claro quando os corpos dos dois que morreram serão repatriados.
A agência de vulcanologia da Indonésia relatou pelo menos quatro erupções até domingo, sendo que uma delas lançou cinzas a 1,3 km de altura. A agência mantém o terceiro nível de alerta mais alto para o Monte Dukono e proíbe qualquer atividade em um raio de 4 km da cratera.
CNN








