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Segunda-feira, 16 de Março de 2026

Auxiliar do Santos explica escalação no clássico e analisa Neymar: "Não foi um jogo ruim"

Substituto de Vojvoda contra o Corinthians, Gastón Liendo valoriza o camisa 10 mesmo em dia de atuação discreta: "Não conseguimos dar apoio e condições para a bola chegar nele"

Substituto do suspenso Vojvoda no clássico entre Santos e Corinthians, que terminou empatado em 1 a 1, Gastón Liendo explicou a opção por uma formação com três zagueiros neste domingo e também analisou a atuação de Neymar.

O camisa 10 voltou ao time titular neste domingo e participou dos 90 minutos. Em campo, porém, teve uma atuação discreta.

– Obviamente que não foi a melhor partida do Ney, mas não foi um jogo ruim. Esteve comprometido, fez movimentações. Como o time estava muito baixo, não conseguimos dar apoio e condições para a bola chegar nele. É um jogador fora da curva, que pode definir jogos e queremos ele sempre dentro.

O Santos entrou em campo com três zagueiros - Oliva, Zé Ivaldo e Luan Peres -, com Rony e Barreal nas alas. Uma formação que já vinha sendo testada pela comissão técnica no dia a dia do CT Rei Pelé.

– Depois do jogo contra o Vasco tivemos dez dias para trabalhar e usamos alguns dias para trabalhar essa escalação. Nós já tínhamos treinado e acho que encaixou bem. Como todo clássico, tem momentos nossos e do adversário. Acho que até o gol deles a partida era nossa. Depois, é verdade, eles começaram a ter mais domínio e finalizaram mais, segundo tempo a mesma coisa. O time jogou no campo adversário. Estava bem posicionado. Depois aconteceram muitas coisas, jogador expulso, outro lesionado. Nos arrumamos para segurar o empate nos últimos minutos com dois jogadores a menos.

Nos minutos finais, o Santos perdeu Luan Peres, expulso, e Vinicius Lira, que sentiu o joelho quando a equipe já havia feito a substituição. Antes, no segundo tempo, Gabigol foi substituído, o que fez alguns torcedores chamarem o auxiliar de "burro".

– Estava com cãibras. Ele pediu para sair juntamente com Barreal. Foi uma troca forçada. Tivemos quatro trocas forçadas. Gustavinho também estava no limite físico, além do Bontempo. Gabriel correu muito, atacou espaço, buscou o gol. Valorizamos muito – explicou.

GE