Esporte | Taça Paraná

Terça-feira, 03 de Fevereiro de 2026

Julgamento da final é adiado pela segunda vez e Taça Paraná segue sem campeão

Final entre Trieste e Capão Raso acabou sem definição após confusão generalizada

Ainda não foi desta vez que foi definido o campeão da Taça Paraná 2025. Nesta segunda-feira (2) estava programado o julgamento do caso no Tribunal de Justiça Desportiva do Paraná (TJD-PR) após a confusão que fez a final entre Trieste e Capão Raso terminar sem um vencedor. No entanto, o julgamento foi adiado novamente.

 O TJD-PR não informou o motivo do adiamento. Essa não foi a primeira vez que isso ocorreu, já que esse julgamento estava inicialmente marcado para o dia 26 de janeiro e já tinha sido adiado. Ainda não existe nova data marcada para que a questão se resolva.

Entenda o caso e veja os denunciados.

No dia 13 de dezembro de 2025, após o segundo jogo da final da 60ª Taça Paraná ter teminado empatado em 1×1, a decisão de quem seria o campeão foi para os pênaltis. Porém, antes da cobrança da última penalidade máxima, uma confusão generalizada tomou conta do campo, com agressões entre os jogadores e invasão de torcedores.

Com isso, por falta de segurança, a arbitragem optou por encerrar o confronto sem a definição do campeão.

Com a confusão, dois jogadores tiveram que ser levados para o hospital. Um deles foi o atacannte Bill, ex-jogador do Coritiba. O confronto ocorreu no estádio José Carlos de Oliveira Sobrinho, campo do Capão Raso.

Pela denúncia apresentada ao TJD-PR, o Capão Raso será julgado por não garantir a segurança do evento, além da participação de jogadores e torcedores do clube da casa na confusão. Segundo o texto, um portão de acesso ao campo teria sido aberto.

A ausência de policiamento efetivo também é colocado como responsabilidade da equipe mandante. Na mesma denúncia, o presidente do Capão Raso, Ubaldo Paolini Junior, também aparece por “conduta contrária à etica desportiva”.

O próprio Trieste, time visitante, também será julgado pela “participação de seus atletas e membros da comissão técnica no conflito”.

Mas as punições podem não parar por aí. No total, 11 atletas do Capão Raso serão julgados nominalmente, assim como seis do Trieste. Segundo a denúnica, o jogador Anderson Cordeiro, dos mandantes, “foi o estopim do conflito generalizado, impedindo a cobrança de pênalti”.

Completam a lista de possíveis punidos um auxiliar técnico da casa, o treinador de goleiros dos visitantes e até um gandula.

Banda B