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Sábado, 28 de Março de 2026

Terapeuta Elizandra Guimarães explica como a Constelação Familiar identifica a origem de conflitos e auxilia na busca por equilíbrio emocional

A Constelação Familiar tem ganhado espaço como uma alternativa terapêutica para quem busca compreender a origem de conflitos emocionais, traumas e dificuldades nos relacionamentos. No programa “Relações que Curam”, a terapeuta sistêmica Elizandra Guimarães explicou que a prática vai além do indivíduo, analisando padrões que podem ser herdados ao longo de gerações dentro do sistema familiar.

Criada pelo psicoterapeuta alemão Bert Hellinger, a técnica parte do princípio de que experiências e emoções podem impactar até sete gerações. Durante as sessões que podem ser individuais ou em grupo são utilizadas representações simbólicas para identificar desequilíbrios e trazer à tona situações ocultas, como perdas, exclusões ou conflitos não resolvidos, que ainda influenciam a vida da pessoa.

Segundo Elizandra, a Constelação Familiar se baseia em três leis fundamentais: pertencimento, ordem e equilíbrio. Quando essas “leis do amor” são desrespeitadas, podem surgir problemas emocionais, financeiros e até físicos. Questões como julgamento dos pais, dificuldades nos relacionamentos e até sintomas como ansiedade e enxaqueca podem estar ligados a esses padrões inconscientes.

A terapeuta destaca que o processo pode ser desafiador, mas também libertador. “Muitas vezes, as pessoas preferem adoecer do que exercitar o perdão e a reconciliação”, cita, com base em ensinamento de Hellinger. Ao final, a proposta é promover mais leveza, autoconhecimento e qualidade de vida para quem busca atendimento.

Elizandra Terapeuta
Rua J. M. Madalozzo, 970
Centro - Santa Helena
WhatsApp: (45) 9 9938-0056 

Confira a coluna da Elizandra Guimarães